Rodrigo Zanini – 40.710

Deputado estadual - PSB - RS

BIOGRAFIA

Rodrigo Zanini é gaúcho, natural de Porto Alegre, e começou a trabalhar cedo — ainda na adolescência. Foi aprovado em 7 concursos públicos, das 3 esferas de governo: municipal, estadual e federal. Há 7 anos é servidor público federal (Policial Rodoviário Federal), e como tal entende que é de suma importância que os servidores e funcionários públicos - de todas as esferas - tenham representantes no parlamento.
Rodrigo Zanini é “filho” da escola pública, e conhece bem as mazelas por que passam os alunos oriundos de lá. É graduando de Letras/Latim na Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS; também em andamento uma pós em Redação. Foi professor voluntário de português no cursinho popular CEUE-UFRGS e professor voluntário de redação no cursinho popular dos Correios.
Rodrigo Zanini é policial rodoviário federal desde 2011, atuando no RS como policial do “trecho”, Chefe Substituto da Comunicação Social, Chefe da então Central de Informações Operacionais - CIOP (191) e também fez parte do Grupo de Motociclistas Regional, tendo atuado como Motociclista Policial e Batedor em praticamente todos os grandes eventos dos últimos tempos: Copa das Confederações (2013), em Minas Gerais; Jornada Mundial da Juventude - JMJ (2013), no Rio de Janeiro; Copa do Mundo (2014), em Porto Alegre e na final no Rio de Janeiro; Olimpíadas e Paraolimpíadas (2016), no Rio de Janeiro; e também atuou num dos maiores eventos religiosos que acontece em Belém do Pará, o grandioso Círio de Nazaré (2016), que reúne todos os anos milhares de pessoas vindas de todos os lugares do Brasil para participar da grande romaria.
Rodrigo Zanini entende que somente com educação a população conseguirá uma maior qualidade de vida, pois terá acesso ao que de mais importante o ser humano pode ter: o conhecimento. E que deve haver integração entre as forças de segurança, pois somente assim se conseguirá uma segurança pública eficaz - mas a integração deve ser efetiva.

PRINCIPAIS PROJETOS

Propostas

– Representação do funcionalismo público: o funcionalismo público virou o “bode expiatório” dos problemas financeiros do Estado. Não é possível transferir a responsabilidade por má gestão governamental ao funcionalismo público, uma vez que quem “toca” o setor público é o funcionário/servidor público; funcionalismo público forte é sinônimo de excelência na prestação de serviços públicos à sociedade;

– Segurança pública: já passou da hora de o sistema de segurança ser realmente integrado – hoje a Brigada Militar não tem acesso a quase nada em termos de informação. Mas não só a BM, como também acredito que devem ter acesso aos sistemas de informação os Guardas Municipais e os Agentes de Trânsito: qualquer coisa diferente disso é atraso na segurança pública, pois a segurança pública está intimamente relacionada à informação e ao conhecimento, e se o sistema de segurança pública não tem acesso às informações, como que se faz segurança pública? No “achismo”? Eu acredito que “sim, é possível!” a integração de todos os órgãos que compõem o sistema de segurança pública;

– Educação pública: a maioria dos jovens tem sido jogada literalmente para fora da escola pública sem um mínimo de estrutura, e quando estes jovens se aperceberem que o que irá garantir uma vida digna à vida adulta deles é justamente a formação escolar, poderá ser tarde, pois este jovem estará com 30, 35 ou 40 anos (ou mais). Desta forma decidi entrar para a política com a obstinação de reverter essa realidade destes jovens que todos os anos são jogados ao “Deus dará” e chegam na vida adulta “sem pai nem mãe”, fazendo com que, desta forma, muitos custem a entrar para o mercado de trabalho, ou acabem trabalhando na informalidade, sem contar os que ficam “à deriva”, inflando tanto o sistema de saúde quanto o sistema de segurança – o de saúde porque estes jovens mais cedo ou mais tarde vão abarrotar os hospitais por complicações de saúde as mais diversas; o de segurança pública por conta de que este jovem sem ocupação poderá vir a se envolver em crimes.

Quero atuar nesta frente primando pelo jovem de hoje que precisa de “um norte” na vida, atuando em prol da educação efetiva deste jovem: a educação pública precisa ser trabalhada em conjunto, assim como é feito na educação privada, com profissionais de áreas como a psicopedagogia, a psicologia, a fonoaudiologia, e outros profissionais que, de forma interdisciplinar, poderão atuar junto a estes jovens e fazer uma análise e um diagnóstico mais preciso de o que é necessário para que os jovens se desenvolvam e possam competir de igual para igual quando tiverem de enfrentar um vestibular, ENEM, e posteriormente o mercado de trabalho, e mais uma vez desafogando os sistemas de saúde e segurança, uma vez já foi provado e comprovado pelos países desenvolvidos que a educação traz a reboque saúde e segurança; é preciso mencionar a valorização dos profissionais da área da educação, pois só com salários dignos é que teremos os profissionais mais qualificados, e consequentemente os alunos serão beneficiados, beneficiando, assim, a toda a sociedade;

– Saúde pública: os profissionais da saúde estão trabalhando esgotados, uma vez que os hospitais estão abarrotados de pacientes – e muitos profissionais trabalham em mais de um hospital. Desta forma se faz necessário pensar numa política de valorização dos profissionais da saúde, como os (as) enfermeiros (as), que nem teto salarial têm – seria prudente também se pensar em legislar quanto à carga horária destes profissionais, uma vez os pacientes precisam de profissionais descansados para atendê-los de forma plena;

– Transparência dos Gastos Públicos: hoje poucos sabem o que é feito do dinheiro do Estado, ou seja, como ele é gasto – e com o que é gasto. Assim, vou me valer da tecnologia para que a população riograndense tenha acesso a estes dados, que, tenho convicção, devem ser públicos e de fácil entendimento;

– Direitos humanos, responsabilidade social e questões de gênero ainda estão aquém da real importância que merecem: o diálogo ainda não iniciou, penso que apenas se comentou a respeito. Enquanto não houver uma política efetiva, ficaremos apenas na retórica, e a sociedade não suporta mais retóricas.

– Inclusão: é preciso que se tenha uma política efetiva de inclusão, uma vez que estamos em pleno século XXI e muitas famílias ainda sofrem por não ter o amparo do Estado com políticas efetivas.

CANDIDATOS

Filtre os candidatos por estado e/ou pelo cargo: